Corega Tabs

9 nov

Existe vários tipos de produtos usado para colocar na dentadura, existem fitas para fixar, cremes (os mais usados) para fixar e existem produtos da Corega que são pastilhas para branquear a prótese e alguns para limpar a prótese. 

Pois bem, estava eu lá na drogaria esperando a vida passar, quando entrou um senhor e pediu o corega tabs para limpar a prótese, ele disse:

– Minha dentadura tá muito suja, queria aquele “curega” que passa na televisão para limpar meus dentes.

Mostrei para ele o corega tabs e o mesmo, achou aquilo o máximo, então me pediu um copo com água. 

Levei para ele o copo com água (os clientes sempre pedem um copo com água, é normal… não achei que ele.. enfim..), ele abriu o corega (sem pagar), colocou no copo de água e num momento meu de distração ele esperou a pastilha se diluir completamente e TOMOU isso mesmo TOMOU o corega tabs com a água e tudo…

Fiquei desesperada (leia um pouco desesperada), porque não sabia se aquele produto podia agredir o estomago dele ou algo do tipo, fui até ele e falei:

– Senhor, não era pra engolir o líquido com o corega! Era pra colocar sua prótese no copo e aguardar que o processo de limpeza ocorreria no copo!

E então ele disse

– Não seja por isso – e retirou a dentadura da boca e colocou dentro do copo que ainda continha um pouco de água. 

Orientação a todos! Não bebam nunca o a água com corega tabs, o corega contém principios ativos com acidez que servem para limpar a dentadura, o ideal é colocar a protese dentro de um copo com água com o corega, escovar a prótese com o mesmo líquido e depois LAVAR a prótese em água corrente.

Graças a Deus não aconteceu nada demais com o senhor, mas é bom não arriscar não é mesmo?

 

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O mistério do óleo de coco.

6 nov

Não só óleo de coco, óleo de cártamo, óleo de chia, óleo de tudo quanto é coisa está na moda, e para estar na moda basta ter o seguinte paradigma: EMAGRECE.

Pronto, as mulheres neuróticas ficam loucas e tomam de tudo que aparece.. Mas e aí? Será que funciona? Será que eu vou ficar seca esturricada? Eis a pergunta que não quer calar!

Anualmente saem promessas de produtos milagrosos que dizem emagrecer, mesmo muitos deles não terem comprovação científica do tal feito, são comercializados.

O que é o Óleo de Coco? 

óleo de coco é um produto natural de origem vegetal. É prensado a frio, não é submetido ao processo de refinamento e desodorização, sendo extraído a partir do leite de coco por processos físicos, passando pelas etapas de prensagem e filtração.

Ele é encontrado para a venda em líquido ou cápsulas. 

De fácil absorção, a gordura de coco é a melhor fonte de TRIGLICERIDEOS DE CADEIA MÉDIA, não necessita de enzimas para sua digestão e metabolismo. No fígado, estes triglicerídeos rapidamente se transformam em energia, desta maneira não se depositam no organismo. Por isso ela é considerada “termogênica”, ou seja, capaz de gerar calor e queimar calorias.

ATENÇÃO! Uma colher de óleo de coco tem mais caloria que uma colher de manteiga ou azeite.

Mas pelo óleo de coco ser uma gordura de cadeia alta é mais benéfico que outros tipos de gordura, mas não há milagre, se não houver a associação com atividade física e dieta alimentar, sua barriga não vai diminuir! 

Outro detalhe, como o óleo de coco está na moda, as indústrias que o produzem colocam uma quantidade excessiva de óleo para ser ingerido durante o dia, o que pode gerar um acúmulo de gordura no organismo e até o aumento colesterol, triglicerídeos e aumento de peso.

Como a maioria das pessoas que tomam o óleo de coco, aderem a uma dieta e malhação, o emagrecimento acontece normalmente com esse processo. Como eu disse anteriormente, NÃO HÁ MILAGRE.

 

 

 

 

 

HPV e agora?

1 nov

Olá!

Hoje vamos falar de um assunto que tem assustado muitas mulheres por aí, o HPV, a sigla HPV significa papiloma vírus humano, causa lesões na pele e nas mucosas (vagina, boca, ânus), as lesões geralmente são em formato de verruga chamadas de condiloma acuminado ou popularmente por “crista de galo”.

Existem diversos tipos de HPV de alto e baixo risco.

– HPV de Baixo Risco – Corresponde aos tipos 6, 11, 42, 43, e 44. Manifestam-se como típicas lesões verrucosas. São os clássicos condilomas acuminados, popularmente chamados de “couve flor” ou “crista de galo”, devido ao seu aspecto. Geralmente não estão relacionados com processo malignos.

– HPV de Alto Risco – Do tipo 16, 18, 31,31, 35, 39, 45, 51. 52, 56, 58, 59, 66 e 68. São responsáveis pelas chamadas lesões de alto grau e pelo câncer de colo de útero. Manifestam-se como lesões nem sempre visíveis a olho nu, daí a necessidade de procurá-las através exames especializados, principalmente pelo papanicolau e colposcopia.

Porém, devemos lembrar, todos os HPVs podem desenvolver câncer, por isso é importante a prevenção e o tratamento, mas isso não quer dizer que se você tiver um HPV de alto risco você vai desenvolver um câncer, há um ALTO RISCO de desenvolver, mas se tiver um tratamento direitinho e visitar periódicas no médico, isso não vai acontecer.

O HPV na maioria das vezes é contraído por relações sexuais, mas não se desespere, se você for uma pessoal sexualmente ativa sua probabilidade de contrair HPV é de 80%, muitas vezes o HPV não se manifesta e pode desaparecer do seu corpo sem que você perceba que tenha. A maioria das infecções é transitória, sendo combatida espontaneamente pelo sistema imune, principalmente entre os mais jovens. Qualquer pessoa infectada com HPV desenvolve anticorpos (que poderão ser detectados no organismo), mas nem sempre estes são suficientemente competentes para eliminar os vírus.

Mas também o HPV pode ser adquirido em toalhas, areia da praia e privadas, por isso é importante não usar toalhas de desconhecidos sem ser lavar, e não sentar e nem encostar em vasos sanitários que você não conhece.

O exame para detectar se você está com HPV chama-se CAPTURA HÍBRIDA DO HPV para mulheres e a PENISCOPIA para homens.

As lesões podem aparecer por fora da vagina e por fora do pênis, porém muitas vezes se encontram dentro do colo de útero ou dentro do canal do pênis.

Para as mulheres é bom fazer os exames preventivos 1 vez por ano: colposcopia, papanicolau e vulvoscopia.

O que podemos fazer para prevenir o HPV?

Além de todos os cuidados higiênicos e o uso de preservativo durante a relação sexual, hoje em dia existe a vacina para o HPV que pode ser tomada por homens e mulheres até 26 anos, após essa idade a vacina é até aplicada, mas necessita de receituário médico com justificativa.

Essa vacina, na verdade, previne contra a infecção por HPV. Mas o real impacto da vacinação contra o câncer de colo de útero só poderá ser observado após décadas. Uma dessas vacinas é quadrivalente, ou seja, previne contra quatro tipos de HPV: o 16 e 18, presentes em 70% dos casos de câncer de colo do útero, e o 6 e 11, presentes em 90% dos casos de verrugas genitais. A outra é específica para os subtipos de HPV 16 e 18. A vacina é aplicada em 3 doses e custam aproximadamente R$370,00 (por dose).

SE você já tiver contraído o HPV ou desconfia que esteja com, é importante perguntar para o seu médico se você pode tomar a vacina.

Se você já estiver com HPV o tratamento baseia-se em eliminar as lesões com medicamentos, laser ou cirúrgico, e aumentar a imunidade com homeopatia, medicamentos e vitaminas. Após a eliminação das lesões só resta esperar, e fazer os exames periódicos semestralmente para verificar se o HPV continua aparecer ou seu sistema imune já deu conta e “incubou” seu vírus.

O HPV não é curável, você precisará ter um controle durante o resto da sua vida, eu vejo o HPV como um vírus da herpes, quando você fica com a imunidade boa ele some, quando você tem a imunidade baixa ele aparece.

Mas não se preocupe, vida normal pra quem tem esse vírus, você vai poder SIM engravidar, você vai poder SIM ter relações sexuais e você vai poder SIM viver sem pensar nisso.

A vida segue, não é o fim do mundo, mas lembre-se de avisar o seu parceiro (a), se você descobrir que tem o vírus, é importante que ambos façam o tratamento.

Dúvidas?????

 

 

 

 

O maldito sistema da Farmácia Popular

12 set

Olá!

Faz muito tempo (anos) que eu não posto nada aqui, mas o blog continua a ter muitos acessos por dia (uau vocês são demais), sempre recebo e-mails com dúvidas, e eis que eu recebi um e-mail de um leitor, pedindo pra eu escrever algo sobre a farmácia popular, que gera dúvidas tanto para os clientes da drogaria, tanto para os balconistas/farmacêuticos, que muitas vezes não sabem responder.

O sistema da farmácia popular, é uma bosta! Sério, ô sistema ruim, mas vamos ao funcionamento do tal.

O cliente chega com uma receita, você olha e identifica se os medicamentos estão na farmácia popular, como você sabe disso? O sistema te diz? NÃO! Tem uma lista (impressa) dos medicamentos que estão na farmácia popular, muita gente nem sabe se o medicamento está na farmácia popular,  e outro jeito de saber é decorando, pois é, decorando, conforme você vai conhecendo os medicamentos da farmácia popular você sabe se ele está lá ou não.

A segunda parte da farmácia popular é você pedir um documento com foto e o CPF do cliente, isso é muito importante SE o cliente não for o mesmo da foto e estiver indo comprar para outra pessoa ATENÇÃO! NÃO LIBERE A VENDA PELA FARMÁCIA POPULAR, libere apenas se for o cliente ou se ele estiver com uma PROCURAÇÃO a qual autoriza a pessoa X,Y,Z, a retirar o medicamento.

É muito sério isso, quando eu trabalhava na drogaria teve MUITOS problemas em relação há isso, os farmacêuticos tiveram até que ficar caçando receita da farmácia popular e ligar para o cliente, e depois comparecer em uma audiência no ministério da saúde.

Depois disso você vai scannear a receita do cliente, isso mesmo, toda drogaria que possui o sistema de farmácia popular tem um scanner, que envia as receitas diretamente pro ministério da saúde (se isso é verdade ou não, eu não sei, mas o certo seria enviar diretamente pra lá), após isso cola-se um selinho da farmácia popular no verso da receita com a data que o cliente comprou, as receitas tem validade de 4 meses, anticoncepcional tem validade de 1 ano.

É liberada a quantidade suficiente de medicamentos para o cliente consumir em 30 dias, ou seja, se ele toma 2 comprimidos por dia, deve-se liberar 60 comprimidos, se ele toma 3 vezes por dia, 90 comprimidos, e assim por diante…

O cliente só vai conseguir comprar o medicamento novamente após 30 dias, e isso não quer dizer que será sempre na mesma data.

Por exemplo: O cliente comprou o medicamento dia 01/02/2012 todos nós sabemos que fevereiro tem 29 dias, ou seja, ele não vai conseguir comprar o medicamento no dia 01/03/2012, apenas no dia 02/03/2012 que será o 30º dia.  Confuso né? Mas você acostuma com o tempo..Agora vamos ao outro caso, o cliente comprou o medicamento dia 05/08/2012, Agosto tem 31 dias, ou seja, dia 04 ele poderá já comprar, pois terá dado os dias corretos.

Mas para evitar dúvidas pegue um calendário e conte 30 dias, aí será a data que o cliente poderá pegar.

Depois disso é só partir pro abraço!

Caso você tenha dúvidas você pode me mandar um e-mail clicando ali em contato.

Nesse link você pode conferir os medicamentos da farmácia popular: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/rol_medicamentos040612x.pdf

Obrigada pela atenção e até a próxima!

Intoxicação medicamentosa!

18 abr

O uso inadequado de medicamentos ainda lidera o ranking de intoxicações no país. No último relatório do Sistema Nacional de Informações Toxicológicas (Sinitox) – órgão ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – com dados de 2009, foram 21.582 casos, o equivalente a 27,86% das 77.458 ocorrências de intoxicações humanas provocadas por agentes tóxicos diversos.

O relatório aponta ainda que as intoxicações por medicamentos totalizaram mais que o dobro do que o segundo agente tóxico que aparece na lista do Sinitox, os produtos domissanitários, responsáveis por 9.588 ocorrências (12,38%).

Na sequência vêm intoxicações causadas por picadas de escorpião (10,72%), outros animais peçonhentos/venenosos (5,60%), produtos químicos industriais (5,53%), abuso de drogas lícitas e ilícitas (5,26%), agrotóxicos de uso agrícola (4,92%), entre outros.

Esse monitoramento é feito anualmente pelo Sinitox/Fiocruz, com dados de todos os centros de toxicologia do país. O balanço dos últimos dez anos revela que, ao todo, foram 307.653 atendimentos por intoxicações medicamentosas, o que representa uma média de sete notificações a cada duas horas. Entre as reações apresentadas pelas vítimas estão desde coceiras e vômito até convulsão e morte.

Os números alarmantes reforçam a importância de a população buscar sempre a orientação médica e do farmacêutico ao fazer uso de qualquer tipo de medicamento, já que boa parte dessas intoxicações é fruto do hábito de automedicar-se, tão difundido entre os brasileiros.

Eu já contei muitos relatos aqui de pacientes que tomaram o remédio que fez bem pro vizinho, é importante lembrar a todos que o organismo do seu vizinho não é igual ao seu!

Sempre é bom procurar o médico antes de tomar qualquer coisa que você nem sabe pro que serve.

Esses dias aí atendi uma senhora que comprou óleo de peixe porque ela viu na tv que ele era bom pra reduzir o triglicerides, porra, a tv tem que parar também com essas merdas de fazer propaganda de remédio, depois as pessoas tem um piripaque aí e não sabem porque, e colocam a culpa no remédio. A culpa é sua! Você que tomou o remédio sem nem imaginar que era alérgico.

Mas os médicos também tem uma parcela de culpa em algumas coisas, toda vez que você vai no pronto socorro eles perguntam, é alérgico a alguma coisa? Não sei! Pode ser que eu tome e morra, mas não sei se sou alérgico.

Quantas vezes eu mesma fui no pronto socorro e me deram benzetacil sem fazer um teste alérgico antes?

E da outra vez que eu fui e tinha um menina que tava tomando algo intravenoso e aí ela teve um piripaque alérgico lá? E ERA INTRAVENOSO!

Médicos e pacientes. Com alergia não se brinca.

Pesquisa sugere que frituras podem proteger o coração

15 abr

Essa é pra você que é amante de batata frita e de bacon.

Os amantes das frituras vão ficar felizes ao saber que o pastel,o bacon e o fast food podem não ser tão inimigos do coração como se pensa. Embora a combinação destes alimentos soe bombástica, pesquisas da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, sugerem que o prazer que a gordura traz estimula o músculo cardíaco, reduzindo danos à saúde, como divulgado no jornal britânico Daily Mail nesta quinta-feira (14).

Os cientistas alimentaram ratos com dietas normal e rica em gordura por períodos que iam de 24 horas a seis semanas e analisaram como os animais se comportavam ao ter um ataque cardíaco. Por incrível que pareça, os ratos que tiveram a dieta mais gordurosa por duas semanas seguidas foram os que se saíram melhor, sofrendo os menores danos, e aqueles que foram submetidos à alimentação gordurosa por um dia tiveram 70% menos dano do que os ratos com dieta normal.

“Isto mostra que, a curto-prazo, a ingestão de gorduras protege o coração”, explicou a cientista Lauren Haar, que completou: “este estudo comprova que, além de comer corretamente, não é necessário banir do cardápio os alimentos considerados ruins”.

Todavia, os pesquisadores ainda não sabem qual é o limite ideal entre a ingestão de gorduras para estimular o músculo cardíaco e o perigo de entupir as artérias. Por isso, os médicos são categóricos ao informar que os estudos estão em fase preliminar e ainda é cedo para substituir os alimentos saudáveis pelos gordurosos.

Quem quiser testar e comer fritura por 1 ano e ver o que acontece… me avisa que eu publico!

Remédio para calvície pode provocar impotência prolongada

10 abr

O jornal Folha de S.Paulo divulgou nesta quarta-feira (6) uma notícia que vai deixar muito homem sem conseguir dormir! Isto porque um estudo da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, descobriu que a finasterida, droga mais usada para combater a calvície, pode reduzir a libido e causar impotência mesmo depois da suspensão do uso do medicamento.

O estudo avaliou 71 homens entre 21 e 46 anos que usavam o medicamento e constatou que os efeitos colaterais persistiam até 40 meses após o fim do tratamento, sendo que 1/5 dos homens relataram perda da libido ou impotência até seis anos depois da ingestão da finasterida. A informação sobre tais efeitos colaterais vem explicitada na bula do medicamento, mas a pesquisa lança o questionamento sobre a necessidade do diálogo entre médico e paciente para que este tenha conhecimento pleno de todos os riscos que o tratamento envolve.

Como diz a música “É dos carecas que ela gostam mais”, agora me responda o que é pior, ficar careca ou impotente, ou os dois? Por isso deixa a finasterida pra lá, lustre sua careca e tenha a vida sexual plena e satisfatória.

 

Dengue.

24 mar

Todo ano é assim, passa o carnaval e os surtos de dengue começam a aparecer pelo Brasil, será que o mosquito da uma pausa para comemorarmos o carnaval?

A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti mede menos de um centímetro, tem aparência inofensiva, cor preta e listras brancas no corpo e nas pernas (praticamente um Corinthiano).

Ele gosta de picar as pessoas pela manhã e nas últimas horas da tarde, ou seja, acorda para trabalhar, dorme um pouquinho e volta mais a tarde pra mais picadas. Não gosta muito de sol, então conserva seus ataques na sombra.

A picada do mosquito da dengue não doi e nem coça.

Nem todos os Aedes aegypti são contaminados pelo vírus da dengue, para o mosquito ser transmissor da doença ele precisa picar uma pessoa infectada, botar seus ovos, que já estarão contaminados com o vírus e assim por diante. Se o mosquito pica uma pessoa não infectada, coloca ovos não infectados, não terá a propagação da doença a partir deste mosquito.

As larvas dos mosquitos podem se desenvolver em água parada limpa ou suja. Por isso é tão importante não acumular água parada!

O único modo possível de evitar a transmissão da dengue é a eliminação do mosquito transmissor.
A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença.

O Aedes aegypti pode também transmitir febre amarela.

Caso você foi picado pelo mosquito, a dengue só irá aparecer após uns 6 dias da picada

 

Existem 2 tipos de dengue a hemorrágica e a normal.

 

A dengue normal possui os seguintes sintomas:

Febre alta com início súbito.

Forte dor de cabeça.

Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos.
Perda do paladar e apetite.
Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores.
Náuseas e vômitos·
Tonturas.
Extremo cansaço.
Moleza e dor no corpo.
Muitas dores nos ossos e articulações.

Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta:

Dores abdominais fortes e contínuas.
Vômitos persistentes.
Pele pálida, fria e úmida.
Sangramento pelo nariz, boca e gengivas.
Manchas vermelhas na pele.
Sonolência, agitação e confusão mental.
Sede excessiva e boca seca.
Pulso rápido e fraco.
Dificuldade respiratória.
Perda de consciência.

Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem.

A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

PREVINA-SE! NÃO DEIXE O MOSQUITO TE PICAR.

 

 

CMED autoriza reajuste de preços de medicamentos

17 mar

A partir de 31 de março de 2011, os fabricantes de medicamentos poderão reajustar os preços de seus produtos obedecendo ao índice fixado em três faixas diferenciadas, respectivamente até 6,01%, 4,77%  e 3,54% – definidas segundo o nível de competição nos mercados a partir do grau de participação dos genéricos nas vendas, a exemplo do que vem ocorrendo nos últimos anos.

Os novos preços de medicamentos não podem ultrapassar os tetos pelo período de um ano, ou seja, até março de 2012. Os fatores que compõem a equação que define o reajuste são:

 

IPCA – índice calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) acumulado no período de março de 2010 até fevereiro de 2011, definido em 6,01%;

Fator de produtividade (Fator X) – mecanismo que permite repassar aos consumidores as projeções de ganhos de produtividade dos laboratórios e indústrias de medicamentos, fixado em 2,47%;

Fator de ajuste de preços relativos entre setores (Fator Y) – calculado com base na variação dos custos dos insumos e também expresso em percentual, estabelecido em 0,0%;

Fator de ajuste de preços relativos intra-setor (Fator Z) – também expresso em percentual e calculado com base no poder de mercado que é determinado pela concorrência gerada pela comercialização de genéricos. O objetivo é promover a concorrência no mercado de medicamentos, contribuindo, assim, para a redução de preços. A participação em faturamento dos produtos genéricos no mercado de medicamentos tem sido um indicador importante para a baixa de preços no setor, pois, ao se aumentar a concorrência, os ganhos de produtividade são transferidos ao consumidor.

Os medicamentos sujeitos à alteração de preço terão que obedecer aos índices fixados em três níveis:

 

a) Medicamentos classificados no Nível 1, referentes às classes terapêuticas com participação de genéricos em faturamento igual ou superior a 20%, onde o fator Z assume o valor de 2,47%, correspondendo a um repasse total da produtividade: 6,01%;

 

b) Medicamentos classificados no Nível 2, referentes às classes terapêuticas com participação de genéricos em faturamento igual ou superior a 15% e abaixo de 20%, onde o fator Z assume o valor de 1,24%, correspondendo a um repasse parcial da produtividade: 4,77%; e

 

c) Medicamentos classificados no Nível 3, referentes às classes terapêuticas com participação de genéricos em faturamento abaixo de 15%, assumindo o fator Z valor 0,0%, pois não tem havido repasse da produtividade nestas classes: 3,54%.

 

Para fazerem jus ao ajuste de preços, as empresas produtoras de Medicamentos deverão apresentar à CMED, até 31 de março deste ano, Relatório de Comercialização, contendo os preços que pretendem praticar após a aplicação da correção autorizada.

 

Cerca de 24 mil apresentações terapêuticas comercializadas no Brasil estão sujeitas à correção de preços segundo os critérios estabelecidos. Se todas as empresas adotarem os ajustes nas diversas faixas no limite máximo, levando em conta que o faturamento do setor equivale a 45,26% na Faixa 1, 2,62% na Faixa 2 e 52,12% na Faixa 3, o reajuste médio, ponderado pelo faturamento, será de 4,69%.

 

Somente os medicamentos fitoterápicos, os homeopáticos e alguns de venda livre, com relativo nível de concorrência em suas respectivas subclasses terapêuticas, não são submetidos ao modelo de teto de preços do ajuste.

As multas, nas situações em que ficarem comprovadas infrações aos dispositivos legais, podem variar entre R$ 212,00 e R$ 3,2 milhões.

 

CAP

Recentemente esta CMED editou a Resolução nº 3, de 2 de março de 2011, que traz em seu bojo a nova metodologia de cálculo para o Coeficiente de Adequação de Preço – CAP. Tal instituto, previsto desde a Resolução nº. 2, de 5 de março de 2004, vem a ser um desconto mínimo obrigatório aplicado em vendas de determinados medicamentos constantes do “Programa de Componente Especializado da Assistência Farmacêutica”, além dos decorrentes de ordem judicial destinadas aos entes da administração pública direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

O ajuste na fórmula de cálculo do CAP se deve às mudanças ocorridas na metodologia de apuração do Índice de Desenvolvimento Humano – IDH, divulgado anualmente pelo PNUD/UNESCO. Até o Relatório de Desenvolvimento Humano – RDH de 2009, o IDH se utilizava do Produto Interno Bruto – PIB como base para medir o padrão de vida. Em 2010, o PIB foi substituído pelo Rendimento Nacional Bruto – RNB. Tendo em vista que a CMED sempre se utiliza da metodologia adotada pela ONU, houve a necessidade de atualização da fórmula de cálculo.

 

Em razão da nova metodologia adotada, o desconto mínimo para compras governamentais, de que trata o CAP, fica definido em 24,69% para 2011.

Fonte: Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED)

Carnaval

9 mar

Carnaval é tempo de tudo.

As pessoas tendem a abusar no carnaval.

E depois qual o resultado disso tudo? Aumenta o número de venda de pílulas do dia seguinte, aumenta o número de venda de medicamentos que combatem a ressaca e também dos testes de gravidez. É comum ter um aumento de natalidade depois de 9 meses do carnaval, porque será não?

O governo investe milhões em campanhas para o uso de camisinha, porém… Para alguns entra por um ouvido e sai pelo outro, afinal a frase perpetua “Nada vai acontecer comigo”

Ao longo do feriado de Carnaval, muitas pessoas vão a farmácias e drogarias em busca de medicamentos que possam combater os efeitos indesejáveis provocados pelos excessos desta época do ano, especialmente o de bebida alcoólica. Alguns estabelecimentos chegam a registrar aumento de até 40% nas vendas de analgésicos, antiácidos e hepatoprotetores.

O problema é que, mesmo sendo isentos de prescrição, esses medicamentos podem causar efeitos indesejáveis no organismo. Estima-se que até 30% das vítimas de intoxicação que se internam em pronto-socorros tomaram medicamentos sem receita.

Um dos riscos da automedicação durante o Carnaval é a combinação de medicamentos com bebida alcoólica. Os analgésicos, por exemplo, que são frequentemente utilizados para o combate à dor de cabeça da ressaca, quando ingeridos com álcool, causam tonturas, perda de coordenação motora e diminuição dos reflexos.

Já o uso do ácido acetilsalicílico (aas) concomitantemente com álcool pode irritar a mucosa que reveste o estômago e causar até hemorragia gastrintestinal. Anti-inflamatórios em geral podem causar danos ao fígado quando ingeridos com bebida alcoólica.

A orientação é que o consumidor peça informações ao farmacêutico do estabelecimento onde comprar o “kit-Carnaval”.

Se beber, não dirija.

Use camisinha.

E não caia naquela de ” só vou colocar a cabecinha”

Fique atento!

Parte do texto: CRF